Notícias de ‘Economia & Finanças’
21 de março de 2011
O transporte rodoviário brasileiro é o responsável pela maior quantidade de carga movimentada (62,8%) no país e também é o meio de transporte com maior volume de emissões de gás carbônico na atmosfera (88,6%), é o que revela pesquisa realizada pelo Instituto ILOS, que será apresentada no II Fórum Global de Sustentabilidade no Suply Chain, que será realizado dentro do III Future.Log, nos dias 11 e 12 abril, em São Paulo e contará com um Business Lounge - espaço para exposição de produtos e soluções para o setor. A organização é da Fagga I GL events e Instituto ILOS. O estudo ouviu 109 empresas brasileiras de 14 diferentes setores mostra que a maioria delas (60%) realiza inventário para mapear as emissões de gases de efeito estufa. A pesquisa ainda aponta a logística como a terceira área mais envolvida (76%) em ações voltadas para a sustentabilidade ambiental dentro das corporações, ficando atrás do setor de compras e suprimento (82%) e de produção (77%). A maior parte das empresas (72%) diz possuir iniciativas que buscam reduzir os impactos ambientais das atividades logísticas de seus negócios. Durante o evento, serão apresentados ainda dados inéditos comparativos dos Estados Unidos e Alemanha.
Empresas brasileiras adotam ações de sustentabilidade
Pesquisa realizada pelo Instituto ILOS mostra como grandes empresas brasileiras estão agindo para reduzir o impacto de seus negócios no meio ambiente e nas atividades logísticas em um estudo comparativo com empresas norte-americanas e alemãs. Foram ouvidas 109, entre as mil com maior faturamento do país, de 14 diferentes setores. Mais da metade (60%) acha que as mudanças climáticas já têm impacto hoje em seus negócios. A maioria (72%) apresenta iniciativas que buscam minimizar os efeitos ambientais das atividades no setor de logística. Apenas uma em cada cinco delas não pensa em ter áreas dedicadas à sustentabilidade, sendo que 82% das que têm ações de sustentabilidade afirmaram que elas estão na área de compras, 77%, na de produção, 76%, no setor de logística. Os resultados do estudo serão apresentados no II Fórum Global de Sustentabilidade no Suply Chain, durante III Future.Log, promovido pelo Instituto ILOS, nos dias 11 e 12 abril, em São Paulo e contará com um Business Lounge - espaço para exposição de produtos e soluções para o setor. A organização é da Fagga I GL events e Instituto ILOS.
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6 de dezembro de 2010
Manifestação contra o aumento da carga tributária liderada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, em sua sede em São Paulo, reuniu 200 entidades parceiras na última sexta-feira, dia 3. O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, deixou claro que não se tratava de um protesto mas de uma forma de mostrar à União que não há necessidade de mais impostos. “Fiquei muito feliz em saber que a presidente eleita Dilma Rousseff anunciou que a CPMF não será recriada no seu governo. Não estamos aqui para manifestar contra alguém, mas sim para deixar claro a posição da sociedade. Aqueles que estavam sonhando em aumentar o volume de impostos já estão acordando”, destacou.
Skaf defendeu novamente a regulamentação da Emenda 29, que assegura os recursos mínimos para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde, e disse que o governo federal terá, em 2011, uma arrecadação prevista em R$ 1 trilhão. E disse que a sociedade precisa exiigir qualidade no serviço público sem aumento da carga tributária. “Queremos qualidade no respeito às pessoas”, salientou. As entidades presentes à manifestação vão se reunir para definir um documento com propostas para o desenvolvimento do País que será entregue ao governo.
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6 de dezembro de 2010
As medidas anunciadas dia 3 pelo Banco Central, referentes à elevação dos compulsórios e majoração do requerimento de capital para operações de crédito a pessoas físicas, com prazos superiores a 24 meses – que vão trazer maior rigor das instituições financeiras na concessão dos financiamentos; elevação das taxas de juros das operações de crédito; redução dos prazos de financiamento e maior exigência de entrada nos financiamento de automóveis – vão na direção da contenção da inflação via restrição de crédito e solidificação das instituições financeiras do País, segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).
“Essas medidas ampliam as alternativas de caminhos para a condução da política monetária e, em conjunto com a redução – ou pelo menos contenção – do gasto público que se traduz no déficit fiscal, poderão permitir que a Selic se mantenha no patamar atual, tanto na semana que vem como nos próximos meses, e que venha até a ser reduzida nos próximos anos”, avalia o presidente da Associação, Andrew Frank Storfer.
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6 de dezembro de 2010
Prestadoras de serviços, empresas ou pessoas que emitem Nota Fiscal que vão precisar de um certificado digital a partir de janeiro de 2011 para garantir a autenticidade dos documentos eletrônicos gerados já podem utilizar uma das 15 distritais da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). A entidade acaba de conquistar a posiçãode Autoridade de Registro (AR) e passou a ser certificadora, com parceria da Certisign, sendo responsável pela emissão dos certificados.
Essa obrigação faz parte das exigências contidas no Sistema Público de Escrituração Digital, o SPED, criado em 2007. Na prática, as empresas necessitam da certificação digital para diversas emissões, como a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ), a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), CPF e CNPJ eletrônicos (e-CPF e e-CNPJ).
Para o executivo financeiro da instituição, Claudio Queiroz, a conquista impacta estrategicamente no crescimento institucional, além da contemplação em ofertar novos produtos aos empresários e pessoas físicas. “A ACSP dispõe de diferenciais estratégicos como Pontos de Atendimento (PAs) nas Distritais, ou seja, isso possibilita maior comodidade aos interessados. Nosso preço também é vantajoso”, alerta Queiroz mencionando que “até o fim do mês de dezembro, será aberta uma loja exclusiva na Rua Boa Vista, 57, para atendimento personalizado”.
Além deste novo local, a sede da entidade (Rua Boa vista, 62) e as Distritais Centro, Butantã, Ipiranga, São Miguel, Lapa, Santana, Santo Amaro, Tatuapé, Jabaquara, Vila Maria, Noroeste, Mooca, Penha , Pinheiros e também atenderão o público.
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1 de dezembro de 2010
O Banco Itau acaba de lançar a Comunidade Empresas, apresentada como uma ferramenta digital voltada para empresários, com o objetivo de criar um ambiente colaborativo entre empresas de diferentes portes, segmentos e setores. A Comunidade Empresa poderá ser acessada a partir de hoje tanto pelos clientes empresa da instituição quanto por não clientes – mediante convite de algum membro da Comunidade ou de um gerente comercial do banco. Para clientes, o acesso inicia-se através do Itaú 30 horas Internet.
A nova Comunidade, segundo o Itau, vai fomentar a troca de experiências, tendências, melhores práticas e cases de sucesso entre o público empreendedor, além de ser um meio para gerar novos negócios entre os participantes. A troca de conteúdo entre os empresários será através de fóruns, comunidades segmentadas e espaço para contar a trajetória de seu negócio. O ambiente também terá conteúdo sobre temas gerais relacionados ao mundo dos negócios, mercado financeiro e empreendedorismo, além de disponibilizar espaço para tirar dúvidas com especialistas do Itaú.
“Queremos provocar a colaboração dos participantes, o surgimento e a disseminação de idéias e práticas vencedoras e inovadoras, além de possibilitar a concretização de negociações e disponibilizar conteúdo de interesse para os participantes”, disse João Carlos Borduqui, superintendente da Área Empresas do Itaú.
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25 de novembro de 2010
O DCI - Diário, Comércio, Indústria e Serviços vai homenagear dia 29 de novembro as 31 empresas vencedoras do 8º Prêmio “DCI – Empresas Mais Admiradas 2010″. A escolha foi resultado de votação direta/ promovida pelo DCI, que contou com a participação de 2.208 empresários, executivos e economistas.
Entre as eleitas, este ano, estão companhias nacionais e multinacionais, como a suíça Nestlé, de alimentos; a alemã Siemens, de bens de capital; e a norte-americana Google, que desta vez ultrapassou a Microsoft como a empresa mais admirada pelos executivos brasileiros no setor de tecnologia da informação.(
A francesa Accor (hotelaria), a holandesa Philips (eletroeletrônicos) e a italiana TIM (telefonia móvel) mais uma vez se destacaram como líderes de seus negócios no Brasil, bem como a Coca Cola (bebidas).
Vencedores do 8º Prêmio DCI
Advocacia – Pinheiro Neto Advogados
Alimentos – Nestlé
Auditoria, Consultoria & Contabilidade - Embrapa
Aviação – Embraer
Bares, Lanchonetes, restaurantes & Padarias – Galeria dos Pães
Bebidas – Coca-Cola
Bens de Capital & Equipamentos – Siemens
Comércio - Grupo Pão de Açúcar
Cosméticos & Higiene – Natura
Educação – FGV
Elétrico e Eletrônico – Philips
Energia – Eletrobrás
Engenharia & Construção – Odebrecht
Finanças – Banco do Brasil
Gás - Ultragaz
Hotéis & Turismo / Feiras & Eventos – Accor
Logística – Correios
Material de Construção – Votorantim
Mídia & Marketing – Agência Africa
Mineração – Vale
Papel & Celulose – Klabin
Petróleo – Petrobras
Química e Petroquímica – Brasken
Saúde – Hospital Albert Einstein
Seguros – Allianz
Shoppings Centers – Shopping Center Norte
Siderurgia & Metalurgia – Gerdau
Tecnologia da Informação – Google
Telecomunicações – TIM
Têxtil e Calçados - Vicunha Têxtil
Veículos & Autopeças – Hyundai
Serviço
Prêmio DCI – As empresas mais admiradas do Brasil 2010
Local: Novotel Jaraguá
Horári: a partir das 19h
Endereço: R. Martins Fontes 71 – Centro, São Paulo/SP
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18 de novembro de 2010
A FGV publicou nesta quarta-feira (17) o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) de novembro. A variação de 1,16% no mês se manteve praticamente inalterada com relação à de outubro (1,15%). Com isso, o IGP-10 acumula inflação de 9,77% no ano e de 9,69% em 12 meses.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que contribui com 60% do IGP, variou 1,49% em novembro, ante 0,51% em outubro. Desagregando pelos estágios de processamento, fica claro que houve uma mudança no cenário, com desaceleração dos bens finais (de 1,70% para 1,20%) e aceleração dos intermediários (de 0,10% para 0,54%). As matérias primas apresentaram resultado pouco menor, ao passar de uma variação de 3,26% há um mês para 3,14% agora.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que contribui com 30% do IGP, acelerou de 0,55% em outubro para 0,62% em novembro. O destaque, como tem sido nos últimos meses, foi o grupo Alimentação, que acelerou de 1,07% para 1,39%. Com o resultado, o IPC já acumula alta de 4,72% no ano e de 5,02% em 12 meses.
Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que contribui com 10% do IGP, registrou inflação de 0,24% em novembro, resultado pouco acima do 0,20% observado do mês anterior. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços desacelerou de 0,38% para 0,12%, enquanto o grupo Mão de Obra acelerou de 0,01% para 0,38%
Fonte: Macro Visão – Fiesp/Ciesp
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12 de novembro de 2010
Atraída pelos índices constantes de crescimento da economia brasileira e de olho nas oportunidades que serão geradas pela realização da Copa de 2014 e das Olimpíadas , a Western Gulf Advisory (WGA), empresa de serviços financeiros especializada em dívidas, participação em capitais e fusões e aquisições, está chegando ao País em busca de novas oportunidades de investimentos.
A WGA já investiu mais de 650 milhões de dólares em diferentes países através da extensão da linha de crédito de US$ 200 milhões para a Landmark Business Developments International na Austrália; um investimento de £300 milhões na Irish Builder J&M McCabe e um empréstimo de US$ 180 milhões para uma construtora de condomínios para aposentados, a Special Purpose Vehicle Holdings para construir novos condomínios também na Austrália.
Para Ahsan Ali Syed, dono da WGA, o interesse da empresa se justifica pelo fato do País ser “uma nação política economicamente estável, com um crescimento econômico sustentável e oportunidades de investimentos muito interessantes – principalmente se tratando de investimentos de longo prazo”.
Segundo o executivo, o principal diferencial da WGA – que informa ter uma liquidez superior a 850 milhões de dólares -, é a sua estrutura de financiamento, baseada somente em fontes internas, sem depender de fluxos de capital externo. Por essa razão, a empresa consegue oferecer taxas mais baixas no mercado, mesmo quando todos os bancos do mundo estão atuando de forma conservativa em relação a empréstimos.
A Copa do Mundo e as Olimpíadas são outros dois grandes atrativos para a chegada WGA, que estima em 80 bilhões de dólares os investimentos necessários para preparar os dois eventos. A empresa destaca que além de liquidez tem histórico comprovado de financiamento de vários projetos em diferentes países e setores em todo o mundo – incluindo em infra-estrutura.
“Estamos à procura de investimentos viáveis que façam sentido comercial para nós, independentemente do sector ou da região. Se o Nordeste ou a Amazônia atenderem aos nossos critérios de investimento, ficaremos felizes em investir “, salienta Syed. Ele garante que, como empresa financeira mundial, a WGA tem uma estratégia de investimentos sólida e está comprometida com práticas transparentes de negócios. “A empresa tem atraentes taxas de juros e tem crescido rapidamente em estatura e reputação como uma empresa de serviços financeiros confiável em todo o mundo”.
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12 de novembro de 2010
Pela quinta vez este ano – e quarta consecutiva – as taxas de juros das operações de crédito foram novamente reduzidas em outubro, segundo levantamento realizado pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade –Anefac. Com exceção do crédito do cartão de crédito rotativo, que manteve inalterada sua taxa de juros média no mês, todas as demais linhas de crédito tiveram suas taxas de juros reduzidas no mês passado.
A taxa de juros média geral para pessoa física apresentou uma redução de 0,05 ponto percentual no mês (1,23 ponto percentual no ano) correspondente a uma redução de 0,74% no mês (1,04% em doze meses), passando de 6,74% ao mês (118,74% ao ano) em setembro/2010 para 6,69% ao mês (117,51% ao ano) em outubro/2010 – a menor taxa de juros média da série histórica, iniciada em janeiro de 1995.
Das seis linhas de crédito pesquisadas, a maior queda foi registrada no CDC, com redução de 3,38%, passando de 2,37% em setembro para (32,46% ao ano) para 2,29% (31,22% ao ano). Nos juros do comércio, a redução foi 1,77%, passando de 5,65% em setembro para 5,55% em outubro, sendo a menor taxa do mês na série histórica. Já a taxa do cartão de crédito se manteve inalterada em em 10,69% (237,20% ao ano) – a maior desde junho/2000 (10,70% ao mês – 238,67% ao ano).
Pessoa jurídica
Para a pessoa jurídica, das três linhas de crédito pesquisadas, duas tiveram suas taxas de juros reduzidas (capital de giro e desconto de duplicatas) e uma teve sua taxa de juros elevada (conta garantida).
A taxa de juros média geral para deste segmento apresentou uma redução de 0,02 ponto percentual no mês (0,36 ponto percentual em doze meses) correspondente a uma redução de 0,53% no mês (0,64% em doze meses), passando de 3,78% ao mês (56,09% ao ano) em setembro/2010 para 3,76% ao mês (55,73% ao ano) em outubro/2010 - a menor taxa de juros média desde março/2010.
Na avaliação do economista Miguel Ribeiro de Oliveira, coordenador da pesquisa da Anefac, a expectativa é de que tanto as taxas, quanto as condições de crédito (ampliação de prazos, aumento do volume emprestado, maior flexibilidade) melhorem. Ele prevê tendência de queda nas taxas de juros em patamares superiores às reduções da taxa Selic.
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5 de novembro de 2010
A FGV divulgou dia 3 o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal de outubro. A variação de 0,59% é inferior à registrada há sete dias, quando houve inflação de 0,66%. O resultado foi puxado por um arrefecimento nos preços do grupo Alimentação, que passaram de uma variação de 1,51% na medição anterior para 1,38% nesta.
Na passagem semanal, desaceleraram seis dos sete grupos pesquisados. Além de Alimentação, os grupos Habitação (de 0,29% para 0,20%), Vestuário (de 0,60% para 0,58%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,38% para 0,30%), Educação, Leitura e Recreação (de 0,24% para 0,14%) e Despesas Diversas (de 0,23% para 0,19%) também mostraram arrefecimento na alta dos preços. Ao passar de 0,30% para 0,45%, Transportes foi o único grupo a registrar aceleração no período.
(fonte: Macro Visão-Fiesp/Ciesp)
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